Família de Primeira Viagem: Pets
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10 de agosto de 2017

Crianças e Gatos: Relato de Adaptação


Olá todo mundo! 

Hoje temos assunto polêmico aqui no blog: gatinhos e crianças!

Há quem não goste muito de gatos, quem ame, tem também a galera que adora ver vídeo de gatinhos fofos para alegrar o dia, quem não passe nem na frente... enfim! 

Um pouco antes da Rebeca nascer comecei a pensar sobre a possibilidade de ter um animalzinho em casa. Eu sempre tive muuuita vontade de ter um cachorrinho, mas sempre morei em casa pequena e não dava para ter um (na verdade até dá, mas não cria um ambiente gostosinho pro animal, aí melhor não né?).

Como moramos em apartamento, ter um cachorro ainda assim não me parece uma ideia muito bacana, então fomos pensando em outras possibilidades. 

Coincidentemente, uma amiga minha teve a gatinha dela prenha um pouco depois e a gatinha teve  mais de um filhote na mesma época, resultado: adotamos um gatinho, nosso querido Little (que na época se chamava Charles)!

Depois de decidir que teríamos ele, aí foi mais um processo, o de adaptação.

Rebeca tinha um pouco mais de um ano quando de fato conseguimos trazer o Little para casa, e a receptividade foi bem legal dos dois! Ela adorava ter um bichinho (que eu não deixava que ficasse pegando muito nele porquê era filhote e talvez não gostasse) e ele gostava de ter atenção!
Rebeca "lendo" pro Little
Eu por outro lado sofri um pouco rsrsrsr Quem me conhece, sabe que sempre fui alérgica á gatos. Do tipo que se tivesse só o pelo dele e sem nenhum gato no ambiente eu já começava a espirrar muito e ficar com a cara toda inchada, isso tudo fora a coriza e o sono imediato... 

Ai você pergunta: mas se você tinha alergia, pra que ter um gato mesmo? Aí vem outra coisa legal: várias pesquisas indicam que a chance de você se acostumar com o gatinho e "perder" essa alergia são bem altas se você o mantiver por perto (inclusive meu irmão também era alérgico, mas depois que adotou um gatinho perdeu isso). Então foi um processo de mais ou menos umas 3 semanas desse jeito, e depois passou! Como mágica! kkkk

Já outras pesquisas indicam que crianças que são criadas com animaizinhos tem menos chances de desenvolver vários tipos de alergia e menos chance de ter asma (claro que não é regra gente, tem gente que tem alergia sim, e mesmo convivendo com os animais não perde).

Ah! Claro que também conversamos com a pediatra da Rebeca para saber quais os procedimentos tomar no dia a dia, e basicamente são:

  • Não permitir que o gatinho durma no berço ou na cama da criança;
  • Manter a caixinha de areia sempre limpa e, de preferência, longe de onde a criança possa tentar mexer;
  • Todo o contato inicial que o gato e a criança forem ter DEVEM ser supervisionado por adultos (imagina só se a criança acha lindo o rabo balançando e puxa? Por sinal dona Rebeca já tentou, mas aí teve toda a explicação de porquê não pode, e hoje ela mesma fala que "não pode puxar o rabo do Little").
  • Ensinar sobre a forma de carinho que o gato gosta - aqui são aquelas coisas de não apertar, não ficar puxando orelha, não forçar ele a sentar.
Carinho supervisionado! rsrs
E a dica de ouro: dá para ensinar sobre responsabilidade com a aquisição de um gatinho (ou qualquer outro animal viu)! A Rebeca é responsável por colocar ração para o little hoje em dia, então várias vezes durante o dia ela olha o pratinho dele e vê se tem comidinha (coisa mais fofa!), e quando tem pouca, ela me chama e já pega o pote com a ração dele.


Bom, hoje em dia eles são amigos na medida do possível (o Litttle não é muito de carinho nem manha), e até brincam juntos de correr! E sem dúvida eu recomendo que famílias que só tem um filho pensem com carinho sobre isso, já que o gatinho também é um membro a mais da família e fornece companhia e amor para a criança! 


OBS. Mas se você tem mais filhos, não deixa de lado não e adota um também!!! :)

Acho que falei tudo sobre o nosso relato sobre a inserção do nosso gatinho na família, mas se tiver alguma dúvida, pode perguntar que a gente responde!

Beijos á todos!

29 de maio de 2017

Faça Você Mesmo: Grama para Gatos

Olá pessoas!!

Como vocês estão?

É sabido que aqui em casa temos um gatinho: o Little, ele é um amorzinho com a Rebeca e vice-e-versa. O amor entre os dois é tão grande que a Rebeca várias vezes pega os livrinhos dela e vai "ler" pra ele, e quando o Little quer brincar com ela, fica rolando com as patinhas na frente da Rebeca (e ela por sinal começa a rolar no chão junto com ele).

Bom, voltando ao foco da coisa toda: como todos sabem, os gatinhos tem mania de ficar se lambendo o tempo inteiro, e isso acaba fazendo com que eles criem bola de pelos no estômago e naturalmente engasgos e vômitos depois.

Descobri então, que gatinhos podem comer grama para ajudar no seu sistema digestivo! E é claro que já pensei em como fazer uma hortinha de grama só pro Little :) E as formas de fazer não poderiam ser mais fácil: tudo o que você vai precisar é de um pote para plantar, terra adubada e milho de pipoca. Sim! Milho de pipoca!

Ponha a terra no pote que você desejar, ponha o milho (tem de ser aqueles de saquinho hein gente, nada de inventar de plantar os milhos para pipoca de microondas) e regue! Mais fácil, impossível!

Lembre-se só de colocar em algum lugar que o gatinho não mexa enquanto estiver crescendo, senão como são curiosos, ele vai ficar cavando pra ver o que está nascendo no potinho.

Em menos de um mês a graminha já vai estar alta o suficiente para o gatinho comer sempre que precisar :)

Beijinhos á todos!!