Olá papaizes e mamãezes!
O tema de hoje é de um assunto que a Rebeca conviveu até meados de 1 ano: refluxo.
A gente no começo fica assustada com tudo, e já acha que é uma doença grave, que o bebê está mal, que vai ter de fazer milhares de exames, mas não é bem assim.
Confesso que no começo eu ficava meio apreensiva com o assunto, e ainda por cima tinha de ficar medicando a Rebeca todos os dias, coisa que nenhuma mãe acha saudável, mas o que importa é o que o pediatra diz. Então se você vê que seu filho regurgita demais, avise ao pediatra!
Juntei aqui um punhado de dúvidas que eu tinha, e espero que possa ajuda á vocês!
O que é?
Retorno do alimento do estômago para o esôfago e em alguns casos, a boca também.
É comum?
Segundo pesquisas, cerca de 40% de todos os bebês passam por isso.
É doença?
Em alguns casos apenas.
Porquê acontece?
A grande maioria das vezes, devido á imaturidade do sistema digestivo.
Como saber se está fazendo mal ao bebê?
Se a criança está ganhando peso, não mostra sinais de incômodos, e não fica reclamando durante o dia, ou logo depois de mamar, então está ok.
Caso você perceba o incômodo, o bebê fique chorando após mamar (ou durante mesmo), e ele não está ganhando peso, ou ele tosse demais, procure o pediatra o mais rápido possível.
Existem remédios para melhorar esse quadro?
Sim!
Qual o período de tratamento?
A Rebeca usou aproximadamente dos 4 meses á 1 ano e 2 meses, e depois disso sumiu, mas cada criança tem o seu organismo próprio e reações ao tratamento diferente.
O que eu posso fazer em casa?
Há algumas medidas que você pode adotar na sua postura e do bebê:
- Assim que der de mamar, ponha ele para arrotar;
- Não o deite assim que terminar de se alimentar;
- Quando for coloca-lo para dormir, faça com que a cabecinha dele e o tronco fique mais alto (uma dica que usamos muito foi colocar um travesseiro em baixo do colchão da Rebeca);
- Há também travesseiros infantis próprios para isso, mas a pediatra da Rebeca não recomendou e disse que o método do travesseiro comum embaixo do colchão tem resultados mais eficientes.
Bom, com a minha experiência com a Rebeca, percebi que quanto menos leite ela tomava, menos golfava. Com a introdução de alimentos sólidos gradual, ela foi melhorando bastante, até que sumiu!
Reforço que tudo deve ser dito ao pediatra, e jamais medique uma criança sem a recomendação médica.
Tem alguma dúvida que eu não falei aqui? Deixa nos comentários que vou responde-lo.
Beijos á todos!






